No último dia do Encontro Econômico em Joinville, empresários debatem sobre o futuro das cidades

Publicado em: A Notícia

Empresários brasileiros e alemães discutiram temas relacionados à saúde, energia, infraestrutura, mobilidade e conectividade

O último dia do 33º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2015) em Joinville, nesta terça-feira (22), foi marcado por debates importantes sobre o futuro das cidades, da saúde, infraestrutura e do ambiente de trabalho. A Alemanha se destaca nos três e, por esta razão, o evento permitiu aos brasileiros a chance de trocar ideias e, aos investidores e representantes de entidades alemãs, de discutir o ambiente legal e as oportunidades de negócios.

Uma delas encontra-se na área da saúde, com a abertura da oferta de serviços ao capital estrangeiro autorizada pela Lei 13.097/2015. Hoje, no Brasil, apenas 25% da população têm acesso a planos de saúde privados e a falta de recursos é apenas um dos problemas da saúde pública, segundo os painelistas. Para eles, é preciso maior eficiência no processo e levar o atendimento especializado e de qualidade a quem está distante dos grandes centros.

O professor e neuroradiologista alemão Bodo Kress destacou o uso do atendimento eletrônico à distância, por meio da telemedicina. Segundo ele, o recurso é utilizado para diagnósticos e procedimentos mais simples na Alemanha. Ele acredita que no prazo de dez anos a prática será uma realidade até para atendimentos ligados a cirurgias e a reabilitação. Kress acrescentou que a Alemanha está disposta a firmar parceria com o Brasil para a transferência tecnológica em telemedicina.


Durante o painel, uma das constatações foi a de que o mercado fechado impediu que o Brasil acompanhasse a evolução ocorrida no exterior. A Anvisa também foi alvo de críticas, especialmente quando um empresário da plateia compartilhou com o grupo a espera de quatro anos para conseguir a autorização do órgão à compra de um equipamento.

O sistema de saúde alemão é elogiado, entre outros motivos, porque leva o serviço até o paciente com o médico de família e por se basear no atendimento por zoneamento. Mas Kress diz que, na Alemanha, os pacientes também precisam esperar de dois a três meses para realização de tratamentos específicos.

– Existe o sistema público financiado pelo Estado e ele está em nível alto. Todo paciente tem acesso a terapias caras, mas pode acontecer de ter que esperar, sem comprometer a qualidade. Chegamos ao alto nível com a qualificação e investimento de muito dinheiro na saúde – comentou.


Visitas técnicas Um grupo de 60 empresários visitou, ontem à tarde, as instalações do Perini Business Park e da empresa Siemens, em Joinville. Foram apresentados aos visitantes vídeos do Perini e da Siemens no Núcleo de Educação Ambiental. Depois, os empresários participaram de visitas guiadas. O encerramento ocorreu na Casa Suíça com um coquetel, destino final dos outros grupos que visitaram também o Porto Itapoá, a  BMW e ao Senai de Inovação e Sistemas de Manufaturas.


Fonte: http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2015/09/no-ultimo-dia-do-encontro-economico-em-joinville-empresarios-debatem-sobre-o-futuro-das-cidades-4853863.html






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